#CASSIPeloSeuBem
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Nestes 82 anos desde que foi criada pelos próprios funcionários do Banco do
Brasil a Caixa de Assistência avançou muito além do propósito inicial, que era cobrir as despesas
médicas de seus associados. Construiu uma estrutura com 63 CliniCASSI e um serviço de telessaúde
que, juntos, já oferecem atenção primária e ações de promoção à saúde e prevenção de doenças para
472,4 mil participantes – 85% da população CASSI em dezembro de 2025. Além de reunir uma das maiores
redes credenciadas do país.
Leia, a seguir, histórias de funcionários BB* beneficiados pela oferta de atenção primária em
clínicas exclusivas para quem está na ativa, aposentados e familiares, e outros programas e serviços
oferecidos pelo Plano de Associados, como assistência farmacêutica, compra de aparelhos auditivos e
programa de cessão de tabagismo.
Saúde do Trabalhador BB
Foi no checkup anual, feito pela CASSI, que o gerente geral da agência Caetité (BA), Équison
Santos, descobriu estar com esteatose hepática, como é chamada a doença gerada pelo acúmulo de
gordura no fígado. A identificação quando a esteatose estava no grau inicial (1), quando não
costuma apresentar sintomas e ainda pode ser revertida com mudança no estilo de vida. “No começo
foi um susto. A gente nunca imagina receber esse tipo de diagnóstico quando aparentemente está
tudo bem.”
Orientado pelo médico a buscar uma atividade física que realmente lhe desse prazer, começou a
correr. Depois vieram os treinos de fortalecimento muscular e a academia. No checkup do ano
seguinte já não apresentava mais sinais da doença e Équison percebeu que mudar o estilo de vida
teve ainda outros impactos positivos e que os cuidados com a saúde extrapolaram a vida pessoal,
se refletindo também na forma de liderar sua equipe no BB: “Passei a ter mais disposição, mais
foco e uma sensação geral de bem-estar. Quando estamos bem física e emocionalmente, conseguimos
dar o nosso melhor em todas as áreas da vida.”
Équison Santos
Bahia
Retorno ao vôlei e 15 quilos a menos
Acompanhado por uma equipe da Atenção Primária à Saúde (APS) da CliniCASSI Belo Horizonte (MG),
o analista do Centro Administrativo e Apoio à Gestão do BB na capital mineira retomou os
cuidados com a saúde e reduziu 15 quilos. O empurrão foi o convite para disputar uma vaga nas
Jornadas Esportivas Nacionais dos Funcionários BB (Jenaf). Ele, que começou a jogar aos 11 anos,
mas estava longe das quadras, voltou a treinar regularmente e cuidar melhor da saúde. Assim,
contribuiu para que sua equipe conseguisse uma vaga no Jenaf. "Meu médico de Família da CASSI,
Dr. Bruno, tem me ajudado muito no monitoramento e melhora da minha saúde e qualidade de vida”,
diz Rodrigo.
Rodrigo de Oliveira
Belo Horizonte (MG)
Livre do cigarro e com mais autoestima
Com o apoio da CliniCASSI Curitiba (PR), Milton Lopes Neto, da Gerência de Assessoramento
Técnico ao Agronegócio - Sul na capital paranaense, parou de fumar e se tornou um caso de
sucesso no Grupo de Tabagismo.
Junto, melhorou o fôlego, o olfato e o paladar. A autoestima aumentou e até os pequenos detalhes
do cotidiano ganharam novo significado, diz ele. Com diagnóstico de enfisema, Milton é
acompanhado por uma equipe de Atenção Primária à Saúde da CliniCASSI e conta também com a
torcida das filhas Taiuana e Betânia.
Milton Lopes Neto e as filhas
Curitiba (PR)
De paciente a conselheira de usuários
“A CASSI é uma bênção na nossa vida”, afirma Renata Zamora, gerente de relacionamento Estilo do
BB em Rio Branco (AC), filha de funcionário do BB aposentado, Renata já nasceu no plano e
afirma, com convicção, como a CASSI “salva vidas”.
Pensando na sua história recente, dois momentos distintos se sobressaem na percepção de valor do
Plano de Associados.
O primeiro momento foi durante o seu tratamento contra um câncer de mama, diagnosticado em 2020,
durante a pandemia, e finalizado em março de 2021. Ela foi acompanhada pela CASSI e recebeu todo
o atendimento, medicamentos e suporte necessário para realizar o tratamento, mantendo
acompanhamento semestral desde então.
Já o segundo momento, está acontecendo agora na gestação da sua primeira filha, que já nascerá
sendo associada CASSI.
Pensando no que o plano significa para ela, seus colegas do Banco do Brasil e suas famílias,
Renata começou a atuar como conselheira de usuários da CASSI no Acre no começo de 2026, o
objetivo dela é “prestar apoio à CASSI e trazer mais melhorias e sustentabilidade para nosso
plano que é tão especial.”
Atleta desde a infância, hoje praticante de beach tênis, Renata esteve presente nas Jornadas
Esportivas Nacionais dos Funcionários BB (JENAF) desde 2015, ela acredita que a disciplina, a
perseverança e a resiliência aprendidas ao longo da vida esportiva ajudaram a enfrentar a
doença, que foi um dos momentos mais difíceis de sua trajetória. E deseja usar para a
maternidade também o que aprendeu com o esporte.
Renata Zamora
Rio Branco (AC)
Tratamento completo e acolhimento
A CASSI foi um dos suportes de Débora Brígida, da assistente de atendimento e negócios do BB em
Curitiba (PR). No ano passado, pouco depois de chegar a Curitiba para mais uma mudança de cidade
e de rotina, ela recebeu o diagnóstico de síndrome de Ménière, condição crônica do ouvido, que
provoca perda auditiva severa, vertigem, zumbidos e pressão no ouvido.
Com acompanhamento médico e apoio da CliniCASSI local, Débora conseguiu acesso ao tratamento e
ao aparelho auditivo, pelo plano, hoje fundamental para sua rotina e qualidade de vida. O
suporte incluiu consultas especializadas e acompanhamento com fonoaudióloga, além do
acompanhamento de uma equipe de Atenção Primária à Saúde (APS).
Com perda auditiva de 80% do lado esquerdo e leve do lado direito, o aparelho ajuda não só na
interação com as pessoas, mas também no controle do zumbido. “Esse processo ficou muito mais
leve porque encontrei acolhimento. Estou super adaptada com o aparelho e sempre digo o quanto
que a CASSI foi importante para mim”, diz ela.
Além dos desafios físicos e emocionais, veio também a insegurança sobre como seguir trabalhando
naquele contexto. Mas, o que mais marcou Débora naquele período foram as pessoas ao
redor.
“Tive uma equipe acolhedora, que demonstrou respeito e sensibilidade diante da minha condição.
Meus colegas se adaptaram na comunicação e, nos momentos mais críticos, estiveram ao meu lado,
oferecendo apoio inclusive em pequenas ações do dia a dia”, conta.
Débora Brígida
Curitiba (PR)
* Relatos para a campanha "A gente se importa com quem faz", do BB.